E do lado de lá diz que ama
E do lado de cá andam só
Beleza na luta e no drama
E no coração de quem ama
A revolução é prá ontem
O mundo já anda só
Quem disse que vai e não vai
Não peleja na rua e na luta
O Brasil todo assistiu
O comunista aplaudiu
Teve anarquista na frente
E independentes na linha
Companheiro soube gritar
Companheiro morreu na frente
Companheiro levou estouro
Mas as gentes seguiu em frente
O amor daquele que clama
Por justiças e igualdades
Vai em frente e não tem temor
E luta por um ideal
E do lado de lá diz que ama
E do lado de cá andam só
O Brasil com revolucionários
Comunistas na linha de frente
A anarquista aplaudiu
E logo já pede bis
Quem sabe mesmo o que quer
Com a bala não se abala
Se vicia em gás e spray
E a revolução faz na raça
E do lado de lá diz que ama
E do lado de cá andam só
Beleza na luta e no drama
E no coração de quem ama
segunda-feira, 15 de julho de 2013
domingo, 7 de julho de 2013
O Barco e a Vela
Todo barco tem seu casco
Tem seu arco
E sua proa.
Toda vela tem resina
Tem pavio
E sua prece
Todo marinheiro tem seu barco
Sua vela
Sua prece
Seu amor
E todo o mar
O barco e a vela
Tem muitas cores
Muitas histórias
Possuem bases
E também restolhos
O barco e a vela...
A vela e o barco...
O barco e sua vela
Não acende, faz navegar.
A vela que se acende
Muito se parece com a vela de velejar.
Ela traz consigo sonhos, credos e surpresas.
O barco para o marinheiro é a casa e o sonho.
A vela para o marinheiro é a esperança e a salvação.
O barco a vela
E uma vela acesa....
Que seja feita a tua vontade!
Vá marinheiro,
Mas me ensine a navegar!
Não se vá sozinho
Com um sonho na cabeça e a esperança no coração.
Me leve para o mar,
Me ensine a velejar.
Abordo haverá amor
E uma vela para rezar...
Tem seu arco
E sua proa.
Toda vela tem resina
Tem pavio
E sua prece
Todo marinheiro tem seu barco
Sua vela
Sua prece
Seu amor
E todo o mar
O barco e a vela
Tem muitas cores
Muitas histórias
Possuem bases
E também restolhos
O barco e a vela...
A vela e o barco...
O barco e sua vela
Não acende, faz navegar.
A vela que se acende
Muito se parece com a vela de velejar.
Ela traz consigo sonhos, credos e surpresas.
O barco para o marinheiro é a casa e o sonho.
A vela para o marinheiro é a esperança e a salvação.
O barco a vela
E uma vela acesa....
Que seja feita a tua vontade!
Vá marinheiro,
Mas me ensine a navegar!
Não se vá sozinho
Com um sonho na cabeça e a esperança no coração.
Me leve para o mar,
Me ensine a velejar.
Abordo haverá amor
E uma vela para rezar...
terça-feira, 2 de julho de 2013
domingo, 30 de junho de 2013
Aborto Certas Convicções
Abortando certas convicções
Eu me afirmo e reafirmo.
As mulheres,
Flores guerreiras,
Sofrendo a esmo a dor da solidão!
Guerreiras de salto
E também de ideais
Sofrem como bandidos
Nas mãos da polícia
Anunciada pelo amor.
Abordo certas convicções...
Que não outras
Nem diferentes
São sementes concretas
De uma sociedade...
Liquida, mas com concretude
Na essência individual.
Aborto certas convicções...
Mas não tente me colonizar
posso até entender você
E também seu ar de desalinho.
Não confio em partidos,
Não confio em palavras,
Não confio em ninguém
Com 32 dentes!
Aborto certas convicções,
Mas sem esquecer a essência
Que tanto me transita
E tanto é interdisciplinar.
Aborto e abordo...
Com você na cabeça
Coração acelerado
Vivido de ilusões
Mas em luta num mundo endiabrado...
Eu me afirmo e reafirmo.
As mulheres,
Flores guerreiras,
Sofrendo a esmo a dor da solidão!
Guerreiras de salto
E também de ideais
Sofrem como bandidos
Nas mãos da polícia
Anunciada pelo amor.
Abordo certas convicções...
Que não outras
Nem diferentes
São sementes concretas
De uma sociedade...
Liquida, mas com concretude
Na essência individual.
Aborto certas convicções...
Mas não tente me colonizar
posso até entender você
E também seu ar de desalinho.
Não confio em partidos,
Não confio em palavras,
Não confio em ninguém
Com 32 dentes!
Aborto certas convicções,
Mas sem esquecer a essência
Que tanto me transita
E tanto é interdisciplinar.
Aborto e abordo...
Com você na cabeça
Coração acelerado
Vivido de ilusões
Mas em luta num mundo endiabrado...
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Adeus nobre Palhaço...
Coração desmiolado
Faz anseio virar raiva
Da palavra proferida
Na vida, somente a vergonha.
Novo sopro por aí
Esquecendo o que vem do alto
Adeus velho Palhaço
De riso bobo
E gestos tolos
Suas mentiras virarão piadas
Num futuro que não tarda
É uma pena, uma novela,
Com um fim, inesperado...
Samba, rock, reggae e forró
Saiu músico de todos os lados!
A flauta doce, não mais terei,
O belo prazer, de escutar.
Vem percussão, vem bossa nova,
Vem o de olhos verdes e também o de pele negra.
Vem comunista e também homens simples.
Só um anseio, de liberdade
Desesperados e sem razão
Estou tranquila, com o coração.
De carne e osso.
Coração triste.
Decisão firme.
E com razão.
Já era hora.
Novela não.
Musicas alegres.
Já voltarão....
Faz anseio virar raiva
Da palavra proferida
Na vida, somente a vergonha.
Novo sopro por aí
Esquecendo o que vem do alto
Adeus velho Palhaço
De riso bobo
E gestos tolos
Suas mentiras virarão piadas
Num futuro que não tarda
É uma pena, uma novela,
Com um fim, inesperado...
Samba, rock, reggae e forró
Saiu músico de todos os lados!
A flauta doce, não mais terei,
O belo prazer, de escutar.
Vem percussão, vem bossa nova,
Vem o de olhos verdes e também o de pele negra.
Vem comunista e também homens simples.
Só um anseio, de liberdade
Desesperados e sem razão
Estou tranquila, com o coração.
De carne e osso.
Coração triste.
Decisão firme.
E com razão.
Já era hora.
Novela não.
Musicas alegres.
Já voltarão....
domingo, 2 de junho de 2013
Donzelas, Palhaços e Não-Poetas
(Ana Carolina)
(J. William)
As noites se vão e voltam noutro dia:
sua missão é esconder-se atrás dos montes
e recolher lá de trás dos montes os dias.
Bom...Vou dormir!
Dormir e pensar nos belos beijos
e nos meus terríveis anseios.
Dias passados, dias presentes,
sonhos inteiros,
o Morro no alto
e ele (a) em meu peito.
A mentira e a verdade,
a coragem e a outra metade...
Na sorte da vida,
postas em pé de igualdade.
A noite, assim vai:
A Izadora e o Palhaço.
O medo e o anseio.
A verdade e a metade.
Os beijos e a realidade.
Como carne e unha,
como unha e carne.
O passado e o presente
e agora a outra metade,
posta em seus sonhos
e momentaneamente
longe da realidade.
Boa noite cara (o) colega,
que tudo tem e de tudo faz.
Seja assim verdade o que dizes,
ou mentiras o que fazes.
Na pseudo realidade que se perfaz,
um coração escancara sua verdade contumaz:
- Um palhaço vestido da pele de um moço-
fazendo graça na noite sem pedir licença pra um alguém,
ignorando o dia e noite em busca de algo secreto e impuro
em um mundo que não pertence a ninguém.
Qual será a saída dessa quizumba:
Mentira, verdade ou liberdade?
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