O palhaço e a sua flauta
Não entristecem o verão.
Traz a vida e os sonhos
Bem contente e gentis.
Um poeta da alegria,
Vive triste e sozinho.
Para cada piada e sorriso
Trás consigo uma lágrima.
A flauta entoa várias notas
Que demonstram a ingratidão
Da heroína e seus desgastes
Moça que se nota
Em cada postagem.
O palhaço de verdade
No circo não está.
Está no rosto do menino
Que sorrir ao invés de chorar.
A flauta e seu companheiro,
Sentimento verdadeiro.
Demonstrando a verdade
E a luz da realidade.
Viva a vida do palhaço
Um poeta musical.
Viva , viva a nossa flauta
Desenrolando o embaraço.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
O Ano Gira Em Torno Do Verão
A noite de verão
Trás amores e rumores
Trás calor e temporal
Sol e chuva e até viúva para casar
O verão nasceu para que houvessem amores, dores e trovoadas
O verão também existe para que possamos descobrir
O verde mais verde, o canto mais belo e a vida mais plena.
O verão no meu país
Tem mais verde e amarelo.
Tem a Beija-Flor,
Tem o Pelourinho,
Tem o campo bem tranquilo,
E os segredos das Serras de Minas...
Amor de verão
Amores que virão
Amores que deixarão,
Amores da estação.
Chegando ao fim do verão
Corações separarão
Mas no futuro virão
Outros rumores, outros amores e outros verões.
Para a sorte do verão
E também das poetizas
O Outono vem aí
Com todo a sua melancolia
Cantando tristezas
Parlendas do verão
Esperando o inverno
e a sua frustração.
Mas antes da destruição
Vem novamente o primeiro verão
A primavera colorida e a frutificação.
Viva, viva as estações!
O coração e o verão!
Viva o ano inteiro,
Viva o mês de fevereiro!
Trás amores e rumores
Trás calor e temporal
Sol e chuva e até viúva para casar
O verão nasceu para que houvessem amores, dores e trovoadas
O verão também existe para que possamos descobrir
O verde mais verde, o canto mais belo e a vida mais plena.
O verão no meu país
Tem mais verde e amarelo.
Tem a Beija-Flor,
Tem o Pelourinho,
Tem o campo bem tranquilo,
E os segredos das Serras de Minas...
Amor de verão
Amores que virão
Amores que deixarão,
Amores da estação.
Chegando ao fim do verão
Corações separarão
Mas no futuro virão
Outros rumores, outros amores e outros verões.
Para a sorte do verão
E também das poetizas
O Outono vem aí
Com todo a sua melancolia
Cantando tristezas
Parlendas do verão
Esperando o inverno
e a sua frustração.
Mas antes da destruição
Vem novamente o primeiro verão
A primavera colorida e a frutificação.
Viva, viva as estações!
O coração e o verão!
Viva o ano inteiro,
Viva o mês de fevereiro!
Lembranças e Histórias
Em uma noite estrelada com lua amarelada, eu penso nos meus amores, dos vários sabores, dos doces desejos e daquele beijo.
Lembro dos amores que não tive, dos sabores que não provei, dos desejos que não senti e do beijo que não dei.
Lembro da vontade de você, dos seus olhos, do seu odor e do amor que brilhou nos olhos mas não no coração.
Em cada palavra que dissemos, em cada olhar que trocamos, em cada descoberta...o meu coração pulsou mais forte.
As borboletas no estômago, o sorriso involuntário...coisas que guardo na lembrança...
A música que não tocou e as poesias em mensagens de celular...tudo isso é um quadro que possui várias imagens e, por isso, vira filme em minha mente...
Tão quente e tão distante, tão certo e tão mudo...um amor para recordar... algo que nunca começou...
Magias da lua amarelada que arrebata o sentimento que se esconde lá no fundo do peito...
É a vida e suas contradições...
São as lembranças da vontade que sentimos
E da dura realidade da rejeição...
Lembro dos amores que não tive, dos sabores que não provei, dos desejos que não senti e do beijo que não dei.
Lembro da vontade de você, dos seus olhos, do seu odor e do amor que brilhou nos olhos mas não no coração.
Em cada palavra que dissemos, em cada olhar que trocamos, em cada descoberta...o meu coração pulsou mais forte.
As borboletas no estômago, o sorriso involuntário...coisas que guardo na lembrança...
A música que não tocou e as poesias em mensagens de celular...tudo isso é um quadro que possui várias imagens e, por isso, vira filme em minha mente...
Tão quente e tão distante, tão certo e tão mudo...um amor para recordar... algo que nunca começou...
Magias da lua amarelada que arrebata o sentimento que se esconde lá no fundo do peito...
É a vida e suas contradições...
São as lembranças da vontade que sentimos
E da dura realidade da rejeição...
O Palhaço e a Lágrima
Fervor da paixão
Saudade insana
O Palhaço e o amor
Valente e sofredor
A noite chega
E com ela traz estrelas
O coração dispara
Eu chamo você
O palhaço faz sorrir
Se veste engraçado
Conta piadas
Besteiras da vida
A noite chegou
Coração disparou
O palhaço chorou
A noite sorriu
Azul e branca
A noite chegou
Um céu estrelado
E um coração negro
A fada mais bela
Deixou feridas
Disparates da vida
Ser um palhaço
E um sorriso pedir...
Saudade insana
O Palhaço e o amor
Valente e sofredor
A noite chega
E com ela traz estrelas
O coração dispara
Eu chamo você
O palhaço faz sorrir
Se veste engraçado
Conta piadas
Besteiras da vida
A noite chegou
Coração disparou
O palhaço chorou
A noite sorriu
Azul e branca
A noite chegou
Um céu estrelado
E um coração negro
A fada mais bela
Deixou feridas
Disparates da vida
Ser um palhaço
E um sorriso pedir...
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
A Imagem do Poeta
Um poeta e sua imagem...
A tristeza arrebatada...
Uma vida sem milagres...
E histórias despedaçadas.
Humanos sutis.
Por vezes hostis.
Chorando a alegria .
E brindando a lágrima.
Cálice de palavras.
Versos variados,
Sem demora,
E sem horário.
Não há escalão certo.
Nem gramática ou dicionário aberto.
Sente o choro e a gargalhada
Na garganta embaraçada.
Os poetas sofrem por tudo.
Sofrem com tudo
E riem de tudo.
São seres de gêmeos,
Amigos de cronistas
Serem intrigantes!
De certo, apaixonantes.
O poeta faz um milagre
Concebe como um filho
Cada rima e cada palavra.
O poeta e sua imagem...
É como uma rosa despedaçada...
A tristeza arrebatada...
Uma vida sem milagres...
E histórias despedaçadas.
Humanos sutis.
Por vezes hostis.
Chorando a alegria .
E brindando a lágrima.
Cálice de palavras.
Versos variados,
Sem demora,
E sem horário.
Não há escalão certo.
Nem gramática ou dicionário aberto.
Sente o choro e a gargalhada
Na garganta embaraçada.
Os poetas sofrem por tudo.
Sofrem com tudo
E riem de tudo.
São seres de gêmeos,
Amigos de cronistas
Serem intrigantes!
De certo, apaixonantes.
O poeta faz um milagre
Concebe como um filho
Cada rima e cada palavra.
O poeta e sua imagem...
É como uma rosa despedaçada...
"Terra Nossa"
No Brasil verde amarelo
Do verde já não vejo mais
O amarelo só no sol
Porque roubado o ouro foi.
Minha terra sem palmeiras
E os galhos bem quebrados
Vivo em cena e na mente
Do sábia ressabiado.
Da gota de chuva
Sinto o gosto do àcido
E da aflição de quem chora
Por tudo que a enchente levou.
Aflição que me devora.
Zé bulacha não tem voz
É amarelinho e não estudou
Sentir orgulho de ser brasileiro?
Somente com a garra que Deus deixou.
Segue as chuvas até março
Os galhos verdes tampando bueiros
Mais a boca dos brasileiros
Só se tampa até hoje
Com a violência das novas chibatas.
Do verde já não vejo mais
O amarelo só no sol
Porque roubado o ouro foi.
Minha terra sem palmeiras
E os galhos bem quebrados
Vivo em cena e na mente
Do sábia ressabiado.
Da gota de chuva
Sinto o gosto do àcido
E da aflição de quem chora
Por tudo que a enchente levou.
Aflição que me devora.
Zé bulacha não tem voz
É amarelinho e não estudou
Sentir orgulho de ser brasileiro?
Somente com a garra que Deus deixou.
Segue as chuvas até março
Os galhos verdes tampando bueiros
Mais a boca dos brasileiros
Só se tampa até hoje
Com a violência das novas chibatas.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Comunicado...
Boa tarde galera que curte o metamorfoseando!
Como irei participar de um concurso de poesias postarei aqui um poema para cada cinco que eu escrever.
Caso tenham alguma ideia de temática pode deixar a ideia aqui nos comentários ou me mandar por email: acfgpedagogia@gmail.com
Namastê e um próspero 2013 para todos nós!
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