No chão frio da nostalgia, lembrei de você livremente.
Deitei nua em terra fria, esperando findar meu desejo.
No alto da cidade,
Jaz amor e igualdade.
Soa um grito de arrepio!
E o vento a levar os fios loiros do meu cabelo.
O passado na memória atormenta o meu presente.
Sigo em frente com o sorriso e com o desejo sempre ardente.
Sobram notas, versos e refrão.
A vida logo findará.
Já não possuo muito tempo...
O que me resta sofro por ti...
Poeta disfarçado. coração acelerado carrega.
Vive de prosa e espanta os versos....
Fez de mim uma feliz amante.
Vago o mundo a te procurar.
E ao encontrar o seu cheiro ou a sua teoria,
Durmo feliz por três dias.
No chão frio da nostalgia
Um coração acelerado
E um sorriso amarelado...
terça-feira, 20 de maio de 2014
terça-feira, 13 de maio de 2014
Capoeirista
De cordão e berimbau
Deu salto mortal e gingou capoeira.
Do agogô ao atabaque
Marcou a chegada e mandou se benzê.
Sai de preto,
Uma mortalha.
Tem gingado
E bom papo.
Capoeira está perdido!
Seu amor e seu orgulho
Brigam muito
E essa batalha
Será a morte da verdade.
Capoeira bom de briga
É da paz bem mais que eu.
Não esqueça sua essência!
Seu campo vital
Verdadeiro eu.
O amor te cobra muito.
O desejo sempre vem.
Mas aquilo que é real
O orgulho não faz perder.
Capoeira vem na frente.
Não esqueça o ensinamento:
Humildade e disciplina
Se carrega na bagagem.
De viagem ou de passagem
Menino homem se perdeu.
Volte o foco ô capoeira!
Quem não sabe de você sou eu.
Deu salto mortal e gingou capoeira.
Do agogô ao atabaque
Marcou a chegada e mandou se benzê.
Sai de preto,
Uma mortalha.
Tem gingado
E bom papo.
Capoeira está perdido!
Seu amor e seu orgulho
Brigam muito
E essa batalha
Será a morte da verdade.
Capoeira bom de briga
É da paz bem mais que eu.
Não esqueça sua essência!
Seu campo vital
Verdadeiro eu.
O amor te cobra muito.
O desejo sempre vem.
Mas aquilo que é real
O orgulho não faz perder.
Capoeira vem na frente.
Não esqueça o ensinamento:
Humildade e disciplina
Se carrega na bagagem.
De viagem ou de passagem
Menino homem se perdeu.
Volte o foco ô capoeira!
Quem não sabe de você sou eu.
domingo, 2 de fevereiro de 2014
SAMBA DE POETA
(Ana Carolina Ferreira)
(J.W.Papa)
Poeta quando morre,
vira samba!
Sem amor dentro peito...
Sofre de saudade,
somem os versos.
...
Poeta bom,
é poeta morto!
Entanto,
estou vivo.
Vivo?
Mas largado e sem nexo
Isso nem é viver!
Remoer o passado
guardado lá no fundo do peito,
trazer à tona as dores de viver.
Viver só de lembranças
é como não viver.
A manhã, turva fica!
O sol abraça a lua,
demora anoitecer!
Fazer poesia nesses tempos,
é como prenúncio de chuva na televisão:
Fortes raios e ventos à vista,
e chuva fria
desdizendo a previsão.
(J.W.Papa)
Poeta quando morre,
vira samba!
Sem amor dentro peito...
Sofre de saudade,
somem os versos.
...
Poeta bom,
é poeta morto!
Entanto,
estou vivo.
Vivo?
Mas largado e sem nexo
Isso nem é viver!
Remoer o passado
guardado lá no fundo do peito,
trazer à tona as dores de viver.
Viver só de lembranças
é como não viver.
A manhã, turva fica!
O sol abraça a lua,
demora anoitecer!
Fazer poesia nesses tempos,
é como prenúncio de chuva na televisão:
Fortes raios e ventos à vista,
e chuva fria
desdizendo a previsão.
Desconcertado
(Ana carolina Ferreira)
(J.W.Papa)
Ando desconcertado
com uns tropeços ai
do meu coração.
Ando tentando não errar os passos dados
tentando não trocar
os pés pelas mãos.
Ando dando passos errados
desconcertado
em meu próprio refrão.
Perdido nas lembranças
de outros tempos
lembranças de um antigo amor.
Ando minguado
choroso
feito eu só!
Paro as vezes ao lado dela...
Relembro os doces desejos meus
pretendidos ao auscultar sua voz.
Morro nos versos poéticos, ora lidos...
Revivo nos segundos que estou só!
Caminho desconcertado pela vida.
Na rua da casa dela, nem passo mais.
Lembra-me as flores no muro
dos beijos, dos abraços, do fim.
(J.W.Papa)
Ando desconcertado
com uns tropeços ai
do meu coração.
Ando tentando não errar os passos dados
tentando não trocar
os pés pelas mãos.
Ando dando passos errados
desconcertado
em meu próprio refrão.
Perdido nas lembranças
de outros tempos
lembranças de um antigo amor.
Ando minguado
choroso
feito eu só!
Paro as vezes ao lado dela...
Relembro os doces desejos meus
pretendidos ao auscultar sua voz.
Morro nos versos poéticos, ora lidos...
Revivo nos segundos que estou só!
Caminho desconcertado pela vida.
Na rua da casa dela, nem passo mais.
Lembra-me as flores no muro
dos beijos, dos abraços, do fim.
sábado, 25 de janeiro de 2014
Ana Carolina Ferreira
Por Amauri Fernandes Rodrigues - Poeta Mineiro e Psicólogo
Arrasto em silenciosas indagações por paginas.
Preso a frases, agarrado em virgulas, pontos e
cansado assento em metáforas a meditar nas interrogações.
Será, que nesse curso de andarilho em letras, serei merecedor de uma canção?
Arrasto em silenciosas indagações por paginas.
Preso a frases, agarrado em virgulas, pontos e
cansado assento em metáforas a meditar nas interrogações.
Será, que nesse curso de andarilho em letras, serei merecedor de uma canção?
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Se Antes Amor Porque Sobra Dor?
Da clara luz que finda no coração,
Da doce alegria da ilusão,
Da morena dor e da cor da laranjeira,
Da desilusão que jaz no peito e desintegra.
Desintegra a alma,
Desintegra força,
Ego
E paixão.
De quem finda o amor que tem.
De quem ama e desama.
Da preocupação que jaz no tempo:
Eis a ilusão
Se peco, ou pecava,
Ao amar-te e a outrem também,
Foi a ti que sugeri o beijo.
Eis que o corpo jaz também no tempo...
Em meu peito, nem liberdade...
Choro lágrimas inexistentes.
Nem fui amante,
Nem fui gente.
Sinto ciumes do que não foi,
Do seu atrevimento em seguir em frente.
Esperar-te para sempre em meu peito,
Mas de vero, nem aportunadamente
quis te ter em realidade.
Poeta neandertal que fala de comício e de demanda,
Que jaz agora cintilante
Da falta que não existiu
E da surpresa de companhia.
Jaz também aquele outrora
De libertárias conversas presas em garganta
E ciumes pungente.
Jaz mentira.
Jaz medo.
Jasmim!
Preocupação inexistente,
Dor agora ausente.
Mentiras da poetiza
Que se vê sempre inocente.
Amores errados,
Escolha perdida.
Realidade proferida
Com o comunista errado!
Jaz agora,
Amor que não foi.
Jaz agora
Amor errado!
Jaz aqui...
Jaz em mim...
Já em mim...
Jasmim!
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Tico
Reencontro programado.
Antigo amor e novo amigo.
Tantas foram as emoções
Que custei a entender.
O coração se dissipou,
Caiu fora e parou.
Gira bola.
Gira mundo.
Ontem foi,
Hoje passou.
Amanhã é vida nova!
Novos amigos
Sem rancores.
Velhos amores,
Nostalgia!
A vivencia é o que conta....
Me conhece desde ontem
E de outros carnavais!
Antigo amor e novo amigo.
Tantas foram as emoções
Que custei a entender.
O coração se dissipou,
Caiu fora e parou.
Gira bola.
Gira mundo.
Ontem foi,
Hoje passou.
Amanhã é vida nova!
Novos amigos
Sem rancores.
Velhos amores,
Nostalgia!
A vivencia é o que conta....
Me conhece desde ontem
E de outros carnavais!
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